O presidente do Movimento Basta, Levy Nazaré, afirmou estar “convicto” de que poderá vencer as eleições legislativas e felicitou o povo são-tomense pela forma ordeira, pacífica e tranquila como decorreu o período de campanha eleitoral.
“Estamos convictos disso, daquilo que nós vimos na campanha e da forma como o povo se vai manifestando quando nós passamos nas ruas, nas comunidades, nos distritos. Acho que poderemos vencer estas eleições”, afirmou, após exercer o direito de voto na Escola Básica Francisco José Tenreiro.
Na ocasião, Levy Nazaré reforçou que, na formação do Governo, priorizará um executivo curto, para “diminuir as despesas públicas”.
“Vamos conversar com todas as outras forças e também com a sociedade civil e com a nossa diáspora, porque não, encontrar pessoas que sejam patriotas, comprometidas, com capacidade e competência reconhecidas, para vermos se conseguimos dar a volta a tudo o que está mal e dizer um Basta a tudo isto”, disse, felicitando o povo de São Tomé e Príncipe pela forma ordeira, pacífica e tranquila como decorreram os 15 dias de campanha.
O presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN) de São Tomé e Príncipe assegurou hoje que todas as assembleias de voto abriram sem incidentes, incluindo no que respeita às barricadas, e que o processo de votação decorre com normalidade, registando poucas reclamações, que têm sido resolvidas pela instituição.
Às eleições legislativas, autárquicas e regional de hoje em São Tomé e Príncipe concorrem quatro partidos com assento parlamentar: Ação Democrática Independente (ADI); Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP); a coligação Movimento Cidadão Independente/Partido de Unidade Nacional (MCI-PUN); e o Movimento Basta.
Outros três partidos sem assento parlamentar vão a votos: o Partido de Convergência Democrática (PCD), o Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM) e o recém-criado Movimento Político Nossa Terra.
Para as legislativas estão em disputa 55 assentos da Assembleia Nacional e estão inscritos 146.929 eleitores, mais quase quatro mil eleitores em relação às eleições presidenciais de 19 de julho, quando foi reeleito Carlos Vila Nova, à primeira volta, registando-se então uma abstenção de 58,81%.