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Lixo e água parada na via de acesso à Federação Santomense de Futebol serão removidos pelas autoridades

O Ministério do Ambiente anunciou que vai promover, na terça-feira, uma ação de limpeza em alguns pontos da capital do país, incluindo a via que dá acesso à sede da Federação Santomense de Futebol que regista uma grande quantidade de lixo e água para, colocando em causa a saúde pública, particularmente de quem vive perto do local.

Segundo uma informações enviadas Às RSTP, a ação será realizada em parceria com a Câmara Distrital de Água Grande e os Serviços Prissionais e terá início a partir das 08:30.

Os moradores da zona envolvente à estrada que dá acesso à sede da Federação Santomense de Futebol e a trás do Estádio Nacional 12 de Julho, manifestaram indignação face à acumulação de lixo, água parada e à degradação das condições ambientais no local.

A via encontra-se tomada por resíduos de todo o tipo, águas estagnadas, presença frequente de cães vadios, moscas e um forte mau cheiro, situação que a população afirma representar um risco para a saúde pública e afeta a circulação de pessoas que utilizam diariamente o acesso.

“É uma calamidade. Quando chove, toda água vem diretamente para o meu quintal, inunda o quintal inteiro e trás consigo lixos de todo o tipo”, disse à RSTP, Edla do Nascimento, moradora da zona, que pediu uma intervenção urgente das autoridades competentes.

“Nem cozinhar e comer como deve ser dentro da sua própria casa consegue-se por causa das moscas, cheiro dos animais mortos… Tudo isso causa danos à saúde e sabe-se disso”, acrescentou Edla do Nascimento, indignada com a situação.

Os residentes apelam à Câmara Distrital de Água Grande e pretendem fazer uma reclamação formal à Câmara, bem como aos serviços responsáveis pelo saneamento básico para que adotem medidas imediatas de forma a resolver este problema.

Contactada pela RSTP, a Federação Santomense de Futebol não quis prestar nenhuma declaração direta, porém reconheceu a existência do problema e garantiu que já promoveu várias ações de limpeza no local.

No entanto, durante a gravação, alguns colaboradores da Federação ameaçam agredir os jornalistas da RSTP, por entenderem que se tratava de uma reportagem de “encomenda política” para prejudicar os dirigentes da instituição, que também são líderes políticos.

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