A sessão reuniu representantes do Governo, parceiros de desenvolvimento, organizações da sociedade civil e outros intervenientes para analisar os avanços registados e definir prioridades para o período restante do ciclo de programação 2023-2027.
O ministro espera que a reforma venha a integrar o Orçamento Geral do Estado para 2027.
O dirigente sindical afirmou também que uma auditoria realizada pela Inspeção das Finanças à empresa em 2024 registou várias reposições de valores e alegados pagamentos que, segundo os trabalhadores, devem ser esclarecidos.
Sem avançar detalhes da audiência, o presidente do SEMAE referiu que, durante o encontro, foram apresentadas diversas anomalias.
Segundo os promotores, a futura unidade deverá contribuir para evitar a escassez de cimento e favorecer a redução dos preços no mercado interno, ao mesmo tempo que abre perspetivas de exportação.