O comunicado lido pelo porta-voz do Conselho e transmitido pela comunicação social guineense é uma reação às recentes declarações do primeiro-ministro de Timor-, Xanana Gusmão, que frisou que a Guiné-Bissau necessita de ajuda de países lusófonos para desenvolver a democracia e respeito pelos direitos humanos por ser “Estado falhado”.
O Governo são-tomense refere que o projeto “está a trabalhar para melhorar de forma sustentável a produtividade agrícola através do acesso à terra e à água, do fortalecimento das organizações de produtores e da integração de jovens e mulheres nos trabalhos agrícolas e relacionados”.
O projeto Nossa Voz Nosso Futuro surge em resposta aos desafios identificados nas Eleições de 2022, onde se registou um elevado número de votos nulos, e em branco, bem como uma participação limitada de jovens e mulheres nos processos políticos e nos espaços de decisão.
O presidente do parlamento são-tomense prometeu trabalhar para se vencer o medo da divisão, da intolerância e do afastamento entre os eleitos e o povo, declarando que “vencê-lo, exige mais do que discursos”, mas sim atitudes e exemplo.
O programa, que decorre até o dia 13 do corrente mês, reúne cerca de 40 participantes de diferentes instituições e combina sessões teóricas, debates e trabalhos práticos, promovendo uma abordagem colaborativa e participativa.