O partido político “Nossa Terra – o ressurgir de São Tomé e Príncipe é agora”, apresentou-se oficialmente, numa cerimónia que contou com pelo menos 200 pessoas, e quer alcançar a liderança do governo para “reformar o país”, segundo avançou o porta-voz, Fausto Matos.
O partido pretende concorrer para as eleições legislativas, autárquicas e regional.
“A reforma não se faz de ânimo leve. É preciso coragem para fazer a reforma, por isso que o partido tem pessoas com bagagem para fazer grandes reformas. […] Hoje nós estamos a oficializar o partido no distrito de Cantagalo. É um momento que conseguimos reunir praticamente mais de 200 pessoas, vindas de diversos distritos”, disse o porta-voz do partido Fausto Matos.
O partido surge com o objetivo de “impulsionar o desenvolvimento”.
O Presidente da Assembleia Nacional que afastou-se do partido ADI para ser deputado independente também fez-se presente na cerimónia. De acordo com o porta-voz do “Nossa Terra”, Abnildo d’Oliveira foi convidado a integrar o partido.
“Nós queremos reformar. O nosso lema “o ressurgir de São Tomé e Príncipe é agora”. Sabemos que o país precisa de muitas reformas. Quando formos governo, [iremos] fazer grandes reformas partindo das várias instituições, dos ministérios, para que o desenvolvimento comece a dar vistas e que o povo também possa perceber os efeitos da governação da Nossa Terra”, expressou.
O porta-voz avançou ainda que o partido está na fase de composição, não dispondo de um presidente. Reforçou que será realizado em junho o congresso nacional, onde prevê-se as eleições de membros para a direção do partido, bem como candidatos do às próximas eleições.
O partido não pretende concorrer às eleições presidenciais.
Para além do Presidente da Assembleia Nacional, a cerimónia contou com a presença do ministro do trabalho, Jourceli Tiny, que intregra o governo da ADI.
Sáo Tomé e Príncipe terá as eleições presidenciais em 19 de junho e, legislativas, autarquicas e regional em 27 de setembro.
