A Direção da Proteção Social, Solidariedade e Família (DPSSF) promoveu, na Escola Básica de Riboque Santana, uma palestra sobre os direitos da criança, no âmbito das celebrações do Dia da Criança Africana, com o objetivo de sensibilizar e mobilizar as crianças para a importância da proteção e da defesa dos seus direitos.
A atividade reuniu crianças que participaram atentamente, envolvendo-se em questões e partilhando opiniões num ambiente participativo.
“Na Direção de Proteção Social e Solidariedade Familiar (DPSSF), e estando no mês da criança, celebramos o 16 de junho porque queremos que as crianças compreendam que esta data não surgiu por acaso. Houve um acontecimento que lhe deu origem. Decidimos aproveitar este dia para abordar outros temas importantes relacionados com os direitos e a proteção da criança”, afirmou a chefe do Departamento de Proteção da Criança da DPSSF, Cremilde Quaresma.
A iniciativa teve como principal objetivo celebrar e reforçar junto das crianças a sua importância para o futuro da nação, transmitindo uma mensagem central baseada na proteção das crianças.
“Muitas crianças fizeram perguntas pertinentes. Sinto-me lisonjeado pelo facto de a minha escola ter sido a escolhida para dar início a esta atividade. Além disso, no distrito, existem alguns técnicos da Proteção Social que têm estado a sensibilizar as mães beneficiárias para que possam apoiar as crianças”, disse o diretor da escola.
Ao longo da sessão, as crianças mostraram-se participativas, envolvendo-se nas atividades e consideraram importantes os ensinamentos adquiridos.
“Aprendi que existem partes do meu corpo que algumas pessoas não podem tocar e que também não devo tocar no corpo de outras pessoas”, disse uma das crianças.
“Gostei muito da atividade e acho que pode incentivar outras crianças a gostarem de vir à escola. Na escola podemos aprender muitas coisas e ajudar os nossos pais, bem como a nós próprios”, sublinhou a aluna Aline Joaquim.
A DPSSF pretende levar a atividade a outras escolas, para reforçar a denúncia de situações de violência e aumentar o envolvimento da comunidade nas questões relacionadas com a proteção da criança.
