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Eleições’26: Vila Nova diz que ADI apoia sua candidatura que é de “unidade e estabilidade”

O Presidente da República e candidato à reeleição, Carlos Vila Nova, anunciou no sábado que todos os partidos, incluindo a ADI, apoiam a sua candidatura que afirmou “ser de unidade, estabilidade e paz social”.

A declaração do candidato foi feita durante uma ação de campanha realizada no distrito de Lobata.

“Todos os partidos estão a apoiar a candidatura, porque a minha candidatura é a candidatura de unidade. ADI obrigado”, declarou Carlos Vila Nova, após ser alertado pela sua equipa, por não ter se citado a ADI a enuração que fez dos partidos que declararam publicamente o apoio à sua candidatura.

Até ao momento não existe qualquer declaração oficial de apoio da ADI à candidatura de Carlos Vila Nova, sendo público o apenas o apoio do presidente do partido ao candidato Nito D’Abreu.

Durante o ato de campanha que contou com a presença do primeiro-ministro Américo Ramos, Carlos Vila Nova declarou que não quer confusão, nem ódio, e por isso apelou à “paz, a amizade e a união entre os são-tomenses”.

“Eu não estou aqui como candidato de nenhum partido, eu sou candidato da Nação, candidato de São Tomé e Príncipe, aquele que quer congregar todos os partidos políticos”, disse.

Após cinco anos em funções, num período marcado por várias crises políticas, sociais e judiciais, Carlos Vila Nova, sublinhou alertou que a escolha de 19 de julho será para o cargo de Presidente da República, pelo que os eleitores devem descartar os candidatos que fizerem promessas sobre assuntos da responsabilidade do Governo.

“O Presidente da República é aquele que vai ser o árbitro. Ele vai garantir que todos os órgãos, todas as instituições do Estado e privadas vão funcionar. Ele não vai fazer o papel do Governo, ele não é Assembleia”, alertou.

“O presidente não faz lei, não nomeia juízes, nem exonera juízes, ele não marca julgamentos”, acrescentou Carlos Vila Nova.

“Eu prometo a São Tomé e Príncipe independência, coragem e união que nós precisamos para avançar o país […] sou candidato porque a experiência conta”, disse.

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