O presidente da CEN assegurou hoje que haverá “o normal funcionamento das mesas de voto e a transparência do processo”, e que “os jornalistas estão autorizados e serão facilitados para cobrir este ato democrático, desde que respeitem a ordem e a isenção no local, conforme e lei”.
“Os membros de mesa poderão manter os seus dispositivos, dentro das regras habituais de funcionamento, e os seus dispositivos, dentro das regras habituais de funcionamento”, disse Jeudiger Nascimento.
Acrescentou ainda que “os jornalistas estão autorizados para cobrir este ato democrático, desde que respeitem a ordem e a isenção no local, conforme e lei”.
Jeudiger Nascimento referiu que “nunca esteve em pauta” a discussão sobre a observação eleitoral por parte da sociedade civil são-tomense.
“Nós contamos com o apoio da sociedade civil, que tem nos apoiado no processo e com certeza continuará até às eleições legislativas de setembro, mas nós não tínhamos pensado em nenhum momento a questão da observação eleitoral nacional, pelo que não podemos aplicar algo que não preparamos para aplicar”, disse.
Para a observação das eleições presidenciais de domingo em São Tomé e Príncipe encontram-se no terreno várias missões internacionais, nomeadamente da União Europeia, da União Africana, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), dos países do G-7+ e ainda da Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração dos Países de Língua Portuguesa (ROJAE-CPLP).
O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho: Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D’Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que se recandidata ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal.
Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.
