O Ministério do Ambiente, Juventude e Turismo Sustentável iniciou a construção de um novo balneário público na capital do país, uma infraestrutura destinada a reforçar a oferta de instalações sanitárias públicas e combater a prática de defecação em locais impróprios.
“Foi necessário cumprirmos os procedimentos, só agora foi possível concluir e por isso só agora estamos aqui e também porque se trata de uma necessidade urgente a empresa terá apenas dois meses para fazer então aqui a obra necessária ou melhor, a construção desse balneário público para complementar o atual que está em funcionamento que toda a gente sabe, que está situado ali próximo da Praça de Yon Gato, mas não é suficiente”, explicou a ministra do Ambiente, Juventude Turismo Sustentável, Nilda da Mata, em declarações à TVS.
“É para São Tomé e Príncipe. E, quando digo para São Tomé e Príncipe, é para nós, os nacionais. Mesmo eu posso estar aqui próximo, sentir-me mal e ter necessidade de recorrer à casa de banho. Temos aqui os vendedores ambulantes, os taxistas e, claro, os turistas. Temos vindo a notar um aumento do fluxo, um grande fluxo de turistas que têm estado a visitar São Tomé e Príncipe”, disse a ministra.
A obra, financiada pelo Fundo de Turismo, através da Direção Geral do Turismo e Hotelaria e deverá estar concluída no prazo de dois meses e terá três compartimentos, sendo uma casa de banho masculina, uma feminina e outra adaptada para pessoas com deficiência.
“A casa de banho para pessoas com deficiência servirá também para as mães trocarem as fraldas dos bebés. Portanto, não será destinada apenas às pessoas com deficiência, mas também a qualquer mãe que tenha necessidade de trocar a fralda do seu bebé”, disse um dos responsáveis.
A nova instalação será abastecida pela rede de água da capital, com a expectativa de garantir água em quantidade suficiente para o funcionamento do balneário.
A gestão do espaço ficará a cargo da Câmara Distrital de Água Grande. Para assegurar a manutenção da infraestrutura, está prevista a cobrança de uma taxa simbólica aos utilizadores, estimada em cerca de cinco dobras.
A iniciativa pretende beneficiar não apenas os residentes, mas também vendedores ambulantes, taxistas e turistas, num contexto de aumento do fluxo de visitantes à capital.
