Danika Carvalho destaca papel das associações juvenis na formação e capacitação dos jovens

Juventude -
Danika Carvalho

A jovem ativista social são-tomense, Danika Carvalho destacou a importância das associações juvenis no desenvolvimento da sociedade, sublinhando que essas organizações contribuem ativamente para a formação e capacitação dos jovens, ao criarem espaços de diálogo, inclusão e participação.

Segundo Danika “as associações juvenis incentivam os jovens a tornarem-se agentes de mudança nas suas comunidades, promovendo maior consciência social e responsabilidade cívica”.

As associações servem de pontes entre os jovens e a comunidade, elas desenvolvem o interesse dos jovens na sua própria comunidade. Um grupo de jovens podem abordar sobre questões que afetam a comunidade dentro da associação e acharem a solução”, afirmou.

Eles [jovens] podem desenvolver campanha de sensibilizações, limpezas urbanas e dentre outras atividades, e os jovens também vão se interessar mais na participação oral e coletiva das atividades comunitárias”, adiantou.

De acordo com Danika Carvalho, os jovens podem potenciar as oportunidades disponíveis através do networking, da inovação e da formação contínua, fortalecendo a sua participação em redes nacionais e internacionais, de forma a ampliar as suas competências.

Quando eu digo inovação, quer dizer que os jovens têm de ser autênticos, têm que ter a capacidade de inovar, têm que ser estáveis e ser originais. Na formação contínua, as associações devem se preocupar em manter um desenvolvimento cognitivo dos seus membros em si para que possam aproveitar oportunidades”, precisou.

Em São Tomé e Príncipe, a jovem ativista apontou que as associações juvenis enfrentam vários desafios, nomeadamente a dificuldade em reter jovens para o voluntariado, a escassez de apoio financeiro e o reduzido reconhecimento e visibilidade do seu trabalho. Para superar estes desafios, Danika Carvalho deixa algumas recomendações.

As associações devem fazer alguma coisa para que consigam mais parceiros, mais pessoas para se voluntariarem e ajudar no quesito finanças às associações. Elas precisam procurar parceiros ou financiadores ou mesmo entre si fazerem um capital de fundo para terem alguma sustentabilidade”, disse.

No quesito reter jovens para fazer voluntariados, as associações devem fornecer formações de capacitação aos jovens, formações que incentivam os jovens a participarem o trabalho voluntário”, completou.

No que diz respeito ao reconhecimento, Danika Carvalho defendeu que as associações juvenis devem investir na sua própria visibilidade, promovendo formações que capacitem os jovens a multiplicar conhecimentos, instruir outras pessoas e divulgar os objetivos e a missão da associação.

O Podcast Voz Do Amanhã, integra-se no projeto “Nossa Voz, Nosso Futuro -Democracia em Ação, Financiado pela european Partneship for Democracy (@epdemocracy), o programa conta com o apoio do Governo de São Tome e Príncipe e das Nações Unidas reforçado o papel das mulheres na democracia e na promoção da igualdade e da participação ativa das mulheres na sociedade são-tomense.

Últimas

Topo