Governo reduz juros de mora a empresas privadas para mitigar os impactos da crise energética

Recorde-se que o Governo recebeu seis geradores novos, adquiridos por cerca de 1,8 milhões de euros, para produzir cerca de seis megawatts de energia e acabar com a crise energética a curto prazo, anunciou o ministro das Infraestruturas.

Sociedade -
Rádio Somos Todos Primos

O Governo vai reduzir o pagamento de juros de mora sobre impostos, conceder incentivos fiscais,  e entre outras medidas destinadas a empresas privadas, numa ação que, segundo o ministro, tem como o objetivo mitigar os impactos provocados pela crise energética no setor.

A informação foi avançada após um encontro entre a Câmara do Comércio e o Ministro das Finanças, Gareth Guadalupe.

De acordo com o Presidente da Câmara do Comércio, Kelvio da Mata, apesar de que as medidas adotadas durante o encontro não resolvem por completo os resultados negativos da crise, algumas servirão de grande benefício. 

“Não irá colmatar todas as perdas que nós tivemos. Nós sabemos que o país também atravessa uma crise financeira, obviamente que o Governo não iria adoptar todas as sugestões, mas de entre algumas medidas, elas irão ajudar o setor privado”, disse Kelvio da Mata.

“Temos a redução do juros de mora para o pagamento dos impostos, incentivos fiscais, dentre outras medidas que serão futuramente realizadas”, citou.

O Ministro acrescentou ainda que até o final do ano a transição energética será uma realidade no país e que já não haverá problemas cíclicos de energia. 

“Nós não queríamos aqui neste encontro só ter medidas para mitigar os impactos da crise energéticas, mas também falar com todas essas associações formais, naquilo que tem a ver com medidas estruturantes para evitar que a crise energética seja algo cíclico”, explicou o ministro das finanças, Gareth Guadalupe.

Recorde-se que o Governo recebeu seis geradores novos, adquiridos por cerca de 1,8 milhões de euros, para produzir cerca de seis megawatts de energia e acabar com a crise energética a curto prazo, anunciou o ministro das Infraestruturas.

Últimas

Topo