O deputado Abnildo D’Oliveira declarou que a sua expulsão anunciada pela direção do partido Ação Democrática Independente (ADI), após o seu afastamento, viola os estatutos do partido, porque não seguiu qualquer processo disciplinar nem foi decidida pelos órgãos competentes do partido.
“De acordo com o estatuto do partido, a expulsão ocorre num processo. A comissão do conselho da disciplina do partido devia reunir, [mas] nunca reuniu. Devia também instaurar um processo, mas não foi instaurado. Devia ter sido notificado, [mas] não fui notificado e depois, devia ter sido comunicado, e a direção do partido nunca expulsa nenhum militante”, apontou o deputado.
Segundo Abnildo D’Oliveira “a direção do partido propõe a decisão para que o órgão competente possa proceder, ou a comissão política ou conselho nacional e nenhum desses órgãos reuniu para o efeito, logo a expulsão no partido ADI não se justifica.”
Abnildo D’Oliveira afirmou que a explusão anunciada “é uma violação aos estatutos do partido”.
Nas últimas sessõe splenária, Abnildo D’oliveira como deputado independente, demarcando-se do grupo parlamentar da ADI, mas por falta de organização logísltica da Assembleia Nacional ficou ainda no grupo parlamentar da ADI, juntando-se aos deputados do grupo parlamentar ADI que se demarcaram da orientação do partido contra o Governo do primeiro-ministro Américo Ramos, ao qual queriam aprovar uma moção de censura.
