MDFM exige soluções para a crise energética, água potável e estradas em STP

Moisés Viegas apelou ainda ao Governo para melhorar as condições das estradas, salientando que o estado das vias compromete a circulação de pessoas e bens e dificulta o socorro em situações de emergência.

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Rádio Somos Todos Primos

O presidente do Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM) afirmou que São Tomé e Príncipe necessita de soluções estruturais para garantir estabilidade energética, abastecimento regular de água potável e melhoria das estradas do país face aos impactos socioeconómico que têm causado às pessoas ao longo dos últimos meses.


Falando em conferência de imprensa, o líder do MDFM considerou que a situação energética continua a afetar gravemente a população e a economia nacional, questionando a capacidade de governação face às dificuldades no fornecimento regular de eletricidade apesar da recente entrada em funcionamento de seis novos geradores no país.

“E para mim como o presidente do partido a pergunta que faço é: Até quando? Até quando continuaremos a viver nas escuras? Até quando vamos continuar a ter a energia um dia sim e outro dia não?”, questionou Moisés Viegas, presidente do MDFM, sublinhando que a instabilidade no abastecimento de energia tem impacto direto na vida das famílias e na atividade empresarial, agravando as condições sociais e contribuindo para o aumento da pobreza.

O dirigente partidário defendeu uma aposta estratégica na produção de energia limpa, sustentando que o país deve investir em soluções estruturais que garantam maior autonomia e estabilidade energética a médio e longo prazo.

“Devemos tomar consciência de que energia a base de gerador além de não ser sustentável, ela é dispendiosa, e de tempo em tempo teremos sempre problema de energia independentemente de quem esteja a governar. É urgente nós olharmos para energia limpa e sustentável” vincou.

Além da crise no setor elétrico, o presidente do MDFM criticou igualmente a situação do abastecimento de água potável, referindo que a escassez afeta vários pontos do país, incluindo o Hospital Central, onde, segundo afirmou, doentes enfrentam dificuldades devido à falta de fornecimento regular.

“O povo continua a  viver na conta gota, não existe água nas torneiras, o povo tem que se deslocar de um ponto a outro em busca do líquido precioso”, acrescentou, defendendo que é necessário assumir responsabilidades e adotar medidas concretas para assegurar serviços básicos à população.

Moisés Viegas apelou ainda ao Governo para melhorar as condições das estradas, salientando que o estado das vias compromete a circulação de pessoas e bens e dificulta o socorro em situações de emergência.

O MDFM considera que é tempo de agir “fazendo mais e melhor” em benefício da população de São Tomé e Príncipe, reiterando a necessidade de soluções eficazes para garantir estabilidade energética, acesso à água potável e melhores infraestruturas no país.

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