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PCD diz que PR foi “muito assertivo na exoneração” do ex-conselheiro procurado pela Interpol

PCD

O presidente do PCD afirmou que o Presidente da República foi firme, pronto e “muito assertivo na exoneração” do então conselheiro especial sueco quando soube que era procurado pela Interpol por vários crimes.

Segundo João Bonfim, o PCD “convive pacificamente com a situação” uma vez que quando foi detido no domingo, na ilha do Príncipe, o sueco “já não pertencia” a Presidência da República.

“Não há forma nenhuma de esgotarmos o conhecimento absoluto do cidadão”, sublinhou João Bonfim, admitindo que a situação poderia ter acontecido mesmo no processo de nomeação de cidadão nacional que tivesse informações ocultas sobre eventuais processos judiciais.

Para o presidente do PCD o caso “não prejudica São Tomé e Príncipe”, mas requer que as autoridades e o Estado “tenham sempre mais cuidado, mais atenção e sejam ainda mais profundo, na sua análise e na contratação”.

Durante a conferência de imprensa, na terça-feira, o líder do PCD manifestou indignação face a confusão ocorrida recentemente na Assembleia Nacional, acusando a ADI de promover instabilidade e de privilegiar interesses próprios em detrimento dos do povo.

“Aquela disputa revelou que o partido ADI não tem qualquer preocupação com a vida das pessoas” , afirmou João Bonfim sublinhando que o parlamento deve ser um espaço de debate construtivo e não de confrontação que prejudique o normal funcionamento das instituições.

O partido apelou à população são-tomense para que “permaneça atenta e serena” perante a atual conjuntura política, sublinhando a importância da preservação da estabilidade democrática.

“Esses acontecimentos refletem uma perturbação delirante do partido ADI que pode promover a instabilidade e insegurança” vincou.

Na mesma ocasião, o PCD, sem assento parlamentar, saudou a eleição dos novos juízes conselheiros para o Tribunal Constitucional, desejando êxitos no desempenho das suas funções.

Contudo, a direção do partido lamentou não ter sido convidada a participar no processo de eleição, defendendo que “todos os partidos políticos devem ser respeitados” em matérias de relevante interesse nacional.

“Os partidos políticos representam a pluralidade de pensamento num estado”, acrescentou.

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