Ministério da Defesa valida sistema de alerta prévio para redução do risco de desastres naturais 

A Cruz Vermelha de São Tomé e Príncipe defende que a implementação do sistema representa um avanço significativo para o fortalecimento da capacidade local e para o aumento da resiliência das comunidades face a situações de risco.

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Rádio Somos Todos Primos

São Tomé e Príncipe passou a dispor de um Sistema de Aviso Prévio para Catástrofes e Mudanças Climáticas, considerado pelas autoridades um instrumento estratégico para reduzir perdas humanas e materiais e reforçar a resposta a fenómenos extremos.

O sistema, validado pelo Ministério da Defesa e Ordem Interna em parceria com a Organização das Nações Unidas, integra a estratégia nacional que coloca a resiliência climática e a redução do risco de desastres entre as principais prioridades do Governo.

“A alteração climática representa um dos maiores flagelos que o mundo contemporâneo enfrenta”, frisou o Ministro da Defesa, Horácio Sousa.

As autoridades consideram que o mecanismo permitirá emitir alertas atempados e coordenar de forma mais eficaz as ações de prevenção e resposta, reduzindo o impacto de inundações, tempestades e outros fenómenos associados às alterações climáticas.

“Os sistemas de aviso prévio não são responsabilidade de uma única instituição”, afirmou Horácio Sousa, sublinhando que o sistema exige coordenação efetiva entre os serviços técnicos, a proteção civil, as telecomunicações, as autoridades locais e as comunidades. 

De acordo com o ministro da Defesa, o reforço do sistema de monitorização e comunicação é essencial para minimizar perdas humanas, materiais e ambientais, num país particularmente vulnerável aos efeitos das mudanças climáticas.

“São Tomé e Príncipe é considerado um dos países mais vulneráveis às mudanças climáticas devido a sua configuração geográfica”, acrescentou.

A Cruz Vermelha de São Tomé e Príncipe defende que a implementação do sistema representa um avanço significativo para o fortalecimento da capacidade local e para o aumento da resiliência das comunidades face a situações de risco.

“Fortalecer um sistema eficaz de alerta precoce deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade estratégica”, vincou a direção da Cruz Vermelha em São Tomé e Príncipe.

Com a entrada em funcionamento do novo sistema de alerta antecipado, o país espera melhorar a prevenção e reduzir de forma substancial os danos causados por catástrofes naturais.

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