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Beneficiários do Programa Família Vulnerável podem perder apoio por falta de atualização no CSU

CSU

Os beneficiários do Programa Família Vulnerável que não atualizarem os seus dados no Cadastro Social Único (CSU) até ao dia 10 de abril correm o risco de perder o benefício social de forma definitiva, alertou a Direção da Proteção Social, Solidariedade e Família, que está atualmente no terreno a realizar o processo de atualização e expansão do registo.

Neste sentido pede-se a todos os beneficiários do Programa Família Vulnerável que ainda não atualizaram os dados dos seus agregados familiares para o fazer com máxima urgência até o final da data estipulada”, apelou a instituição num comunicado enviado à RSTP.

De acordo com a Direção da Proteção Social, Solidariedade e Família, o processo de recertificação e atualização do cadastro é obrigatório para todos os agregados familiares já inscritos no programa.

Aqueles beneficiários que não atualizar os seus dados terão o seu benefício suspenso e serão excluídos definitivamente do Programa Família Vulnerável, portanto não permita que a sua família perca este apoio social do Governo e dirija-se imediatamente aos Centros de Atendimento da Proteção Social do seu distrito, comunique os pontos focais, chefes de zona e líderes comunitários, para que a sua casa possa ser visitada”, lê-se.

O Programa Família Vulnerável é apresentado como um compromisso de responsabilidade partilhada entre o Governo e os beneficiários. Enquanto o Governo assegura o apoio social, cabe aos beneficiários manter os seus dados atualizados e comunicar quaisquer alterações no agregado familiar.

Com o prazo a aproximar-se do fim, a preocupação centra-se agora nas famílias que, por desconhecimento ou dificuldades de acesso, ainda não realizaram a atualização. As autoridades reforçam que o incumprimento poderá resultar na perda de um apoio considerado essencial para muitas famílias em situação de vulnerabilidade.

O Cadastro Social Único (CSU) em São Tomé e Príncipe é um sistema de informação e base de dados, gerido pela Direção de Proteção Social, Solidariedade e Família (DPSSF), concebido para identificar e classificar socioeconomicamente os agregados familiares. O objetivo é mapear, atualizar e apoiar famílias vulneráveis, facilitando o acesso a programas de proteção social.

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