A Direção da Proteção Social, Solidariedade e Família (DPSSF) iniciou, em todo o território nacional, o segundo pagamento de 2026 às famílias vulneráveis e alcançou a meta de cerca de 12 mil agregados, através da Recertificação e Expansão do Cadastro Social Único (CSU), que decorre em todo o país.
A ação iniciou nesta segunda-feira e decorre numa altura em que se realiza, em todo o território nacional, a segunda Recertificação do Cadastro Social Único, um instrumento de inclusão social destinado à definição e caracterização socioeconómica de pessoas e famílias em situação de pobreza extrema.
“Conforme o nosso calendário, o nosso plano de pagamento, o pagamento está a decorrer de forma regular e tranquila. As nossas beneficiárias têm-se dirigido às caixas de ATMs espalhadas pelo país”, disse o Conselheiro técnico do Projeto de Proteção Social, Resiliência e Recuperação, Wilson Bragança.
“Estamos num momento especial, pois está a decorrer em simultâneo, desde o mês passado, o processo de recertificação do Cadastro Social Único. […] Podemos dizer que, neste momento, já alcançamos a nossa meta, tendo em conta que tínhamos previsto um aumento de famílias cadastradas de 50%. Até agora tínhamos oito mil famílias cadastradas, e agora já temos mais de 12 mil famílias cadastradas”, referiu.
A Direção avançou ainda que cerca de 25% das famílias são-tomenses estão inseridas no Cadastro Social Único.
Muitas famílias utilizam o dinheiro recebido do programa para gerir despesas com alimentação, educação dos filhos e pequenos negócios.
A atualização do Cadastro Social Único iniciou em 16 de março e permitirá verificar se as famílias atualmente beneficiárias continuam a reunir os critérios de elegibilidade, ao mesmo tempo que amplia a cobertura social através do método de pontuação conhecido como Proxy Means Test, utilizado para avaliar o nível de vulnerabilidade dos agregados.
A Direção apelou ainda aos beneficiários que atualizem os dados junto às entidades competentes, para evitar a exclusão do projeto.
