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PNUD e Governo destacam progressos em áreas prioritárias do programa de cooperação em STP 

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Governo são-tomenses destacaram hoje que a implementação do Programa País (CPD) 2023-2027 em São Tomé e Príncipe está a responder “de forma eficaz às prioridades nacionais”, segundo os resultados apresentados na revisão de médio prazo realizada pelas partes.

A avaliação dos primeiros quatro anos de execução do programa, realizada hoje, 12 de junho, permitiu analisar os progressos alcançados em áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento do país, nomeadamente o acesso a sistemas sociais de qualidade e inclusivos, a adaptação às alterações climáticas, a promoção de uma economia de baixo carbono e energias renováveis, o aumento do emprego digno numa economia verde e azul e o reforço de instituições transparentes, responsáveis e sensíveis às questões de género.

“É um momento de reflexão, prestação de contas e tomadas de decisões. Estamos respondendo de forma eficaz às prioridades nacionais”, afirmou o representante residente do PNUD em São Tomé e Príncipe, Luc Gnonlonfoun, durante o evento.

Segundo o responsável, desde 2023 o PNUD tem trabalhado em estreita colaboração com o Governo, parceiros de desenvolvimento, organizações da sociedade civil e comunidades, contribuindo para o reforço dos sistemas de saúde, o apoio ao empreendedorismo e aos meios de subsistência, bem como para a promoção da igualdade de género e do empoderamento das mulheres.

Durante a sessão foram também apresentados os resultados concretos obtidos, os desafios encontrados e as lições aprendidas ao longo da implementação do programa.

A ministra de Estado dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades, Ilza Amado Vaz, destacou a importância das ações nessas áreas de desenvolvimento.


“São áreas estruturantes da nossa visão de desenvolvimento e plenamente alinhadas com as prioridades definidas no programa do Governo” , vincou a ministra.

“A otimização dos recursos disponíveis e o reforço da nossa resiliência tornam-se imperativos incontornáveis e assim exige de nós o fortalecimento das parcerias sólidas fiáveis e orientadas para resultados capazes de responder de forma clara aos desafios do desenvolvimento” afirmou, Ilza Amado Vaz acrescentando que a revisão intercalar constitui um exercício de responsabilização e orientação estratégica para avaliar os progressos alcançados, identificar desafios persistentes e introduzir os ajustamentos necessários para o restante período de implementação do programa.

A sessão reuniu representantes do Governo, parceiros de desenvolvimento, organizações da sociedade civil e outros intervenientes para analisar os avanços registados e definir prioridades para o período restante do ciclo de programação 2023-2027.

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