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Eleições’26: Ex-ministro angolano João Bernardo Miranda lidera missão de observação eleitoral da CPLP em São Tomé e Príncipe

O ex-ministro angolano João Bernardo Miranda vai liderar a missão de observação eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) às eleições presidenciais de São Tomé e Príncipe, marcadas para 19 de julho, anunciou a fonte oficial.

“Temos a missão [de observação eleitoral] quase a sair (…) vamos fazer uma reunião preliminar aqui [na sede, em Lisboa] durante uns dois dias antes de saírem e depois entre o dia 14 e 15 [de julho] nós estaremos já em São Tomé e Príncipe”, declarou aos jornalistas a secretária-executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), à margem da receção ao primeiro-ministro cabo-verdiano, Francisco Carvalho, na sede da organização, citada pela Lusa.

Maria de Fátima Jardim frisou que, ex-ministro angolano tem um vasto currículo em missões de observação e desempenhou cargos governativos em Angola, nomeadamente o de ministro das Relações Exteriores.

Recorde-se que o eurodeputado português Sérgio Humberto (PSD) vai chefiar a segunda missão de observação eleitoral da União Europeia (UE) às eleições presidenciais e também às legislativas em São Tomé e Príncipe, com promessa a de apresentar “uma avaliação independente e imparcial”, anunciou a União Europeia.

Segundo um comunicado do Serviço de Ação Eterna da UE, a Alta Representante para a Política Externa da UE, Kaja Kallas, a surge a convite das autoridades são-tomenses, para as eleições presidenciais, em 19 de julho, e também para as legislativas, marcadas para 27 de setembro.

Maria sublinhou a CPLP está a “consolidar um aspeto extremamente importante” ao realizar estas missões de observação eleitoral e desejou que estas eleições ocorram com o mesmo sentido democrático das legislativas em Cabo-Verde, as mais recentes num Estado-membro da organização lusófona.

“Nós desejamos ao povo de São Tomé do Príncipe que, de forma orgulhosa, consigam, com disciplina e com honra, (…) realizar este exercício democrático”, declarou.

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