PAM apresenta projeto de infraestruturas verdes para 15 escolas em STP

O projeto visa reforçar a ligação entre educação, nutrição, saúde e sustentabilidade ambiental, criando melhores condições para as crianças e aumentando a resiliência das comunidades escolares em São Tomé e Príncipe.

Educação -
Rádio Somos Todos Primos

O Programa Alimentar Mundial (PAM) realizou hoje, uma reunião de sensibilização aos delegados distritais, diretores e gestores das 15 escolas selecionadas para intervenção no âmbito do projeto conjunto “Infraestruturas Verdes para a Saúde e a Educação”.

O encontro teve como objetivo apresentar, de forma detalhada, as intervenções a serem implementadas em 15 escolas beneficiárias, incluindo a instalação de sistemas solares fotovoltaicos como fonte de energia limpa, o reforço das condições de armazenamento e conservação de alimentos nas cantinas escolares e o cronograma das obras, bem como os eventuais impactos durante a sua execução.

Durante a sessão, a equipa técnica explicou a capacidade máxima dos sistemas a instalar e os benefícios diretos para as atividades letivas, a preparação das refeições e o funcionamento das cantinas escolares.

Com um investimento global de 1,2 milhões de dólares, o projeto resulta de uma parceria entre o PAM e outras agências das Nações Unidas, com o objetivo de reforçar a sustentabilidade do Programa Nacional de Alimentação e Saúde Escolar (PNASE) e melhorar o acesso à energia limpa nas escolas.

Na abertura da reunião, o chefe do Escritório do PAM em São Tomé e Príncipe, Leonvictor Mushumba, afirmou que o projeto constitui uma resposta concreta aos desafios energéticos enfrentados pelos estabelecimentos de ensino.

“Diante dos desafios de acesso à energia, iniciámos um projeto-piloto inovador em 15 escolas, com a instalação de painéis solares que permitirão cozinhar refeições, conservar alimentos e apoiar diversas atividades escolares”.

Segundo o responsável, todos os equipamentos já foram adquiridos, estando prevista para a próxima semana a chegada do último contentor, com a conclusão das instalações estimada para os próximos três meses.

“O impacto será imediato: as escolas poderão cozinhar todos os dias sem preocupações com combustível ou eletricidade”.

Apesar do avanço, Mushumba sublinhou que apenas 15 escolas estão abrangidas, menos de 20% das que necessitam deste tipo de intervenção, manifestando a disponibilidade do PAM para apoiar a expansão do projeto, caso sejam mobilizados novos recursos.

O projeto visa reforçar a ligação entre educação, nutrição, saúde e sustentabilidade ambiental, criando melhores condições para as crianças e aumentando a resiliência das comunidades escolares em São Tomé e Príncipe.

Fonte: Facebook página das Nações Unidas – São Tomé e Príncipe

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