UE financia projeto Transição Verde para fortalecer e proteger biodiversidade em STP

A iniciativa é considerada relevante por reforçar a conservação da biodiversidade num país reconhecido pela sua riqueza ecológica.

Ambiente -
Rádio Somos Todos Primos

A União Europeia irá financiar o projeto “Transição Verde, Turismo e Comunidades na Proteção da Biodiversidade”, uma iniciativa com duração de três anos que vai abranger 30 comunidades em São Tomé e Príncipe, visando reforçar o turismo sustentável, promover rendimentos locais e consolidar a proteção dos ecossistemas no país.

O projeto será executado pelo Instituto Marquês de Valle Flôr, em cooperação com a Associação Roça Mundo, a Fundação Fluta Nón e a Fundação Príncipe, em articulação com o Ministério do Ambiente.

O projeto transição verde vem reforçar a cooperação entre a União Europeia e São Tomé e Príncipe” afirmou Carolina Quina, a representante do Instituto Marquês de Valle Flôr, sublinhando que o projeto aposta na valorização dos recursos naturais como motor de desenvolvimento sustentável.

Por sua vez, a embaixadora da União Europeia reafirmou o orgulho da organização em apoiar uma iniciativa alinhada com a estratégia europeia de transição ecológica e de neutralidade climática, destacando a importância de parcerias que conciliem crescimento económico, inclusão social e proteção ambiental.

A ministra do Ambiente, Juventude e Turismo Sustentável, Nilda da Manta, reiterou o compromisso institucional do Governo são-tomense em acompanhar a implementação do projeto, assegurando o enquadramento estratégico e o apoio necessário às comunidades envolvidas.

“O projeto terá a duração de três anos, e atuará em 30 comunidades da ilha de São Tomé e da Região Autónoma do Príncipe, promovendo o turismo sustentável, práticas agrícolas resilientes, a valorização de produtos florestais e a gestão participativa das áreas protegidas” acrescentou, Nilda da Manta.

A iniciativa é considerada relevante por reforçar a conservação da biodiversidade num país reconhecido pela sua riqueza ecológica e por incentivar modelos de desenvolvimento que procuram equilibrar proteção ambiental e geração de rendimento para as populações locais.

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