Pro-PALOP-TL Fase III encerra workshop com “reforço” da monitoria social e transparência

Ao longo da formação, os participantes foram dotados de ferramentas que permitirão a realização de análises mais claras e concisas das contas públicas e a “descodificar” as informações financeiras, a fim de transmitir ao público de forma simplista.

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Rádio Somos Todos Primos

A Pro-PALOP-TL Fase III encerrou o workshop de Capacitação em Monitoria Social e Orçamentos Abertos, que visou reforçar as competências das organizações da sociedade civil na avaliação de políticas públicas, tendo os formandos destacado que a formação trouxe maior capacidade para “atender aos desafios sociais”.

“O nível de informação e de aprendizagem que aqui se verificou permitiu-me levar uma capacidade e atender aos desafios que nós pretendemos responder com muito mais confiança”, explicou o representante da ONG Nova Democracia, Luisélio Pinto.

Ao longo da formação, os participantes foram dotados de ferramentas que permitirão a realização de análises mais claras e concisas das contas públicas e a “descodificar” as informações financeiras, a fim de transmitir ao público de forma simplista.

A ação foi direcionada às organizações da sociedade civil e aos meios de comunicação social.

O workshop, que teve a duração de três dias, englobava uma série de atividades promovidas pela Pro-PALOP-TL, no âmbito do apoio à implementação do Plano Estratégico 2023–2028 e do Plano de Ação 2024 da OISC|CPLP, no quadro do Programa Regional de Governação Económica PALOP-TL (Pro PALOP-TL | Fase III), financiado pela União Europeia e implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

“Foi muito gratificante esta oficina. Veio despertar em mim e acredito que em meus colegas, a outra forma de ver as coisas”, citou o representante da ONG Daqui, Jasí Ramos.

Sob o lema “OSC mais fortes para orçamentos mais transparentes: capacitação em monitoria social e orçamentos abertos”, o workshop englobou membros da sociedade civil, nomeadamente representantes de Organizações da Sociedade Civil (OSC) e profissionais da comunicação social, sendo fundamental para “assegurar um escrutínio substantivo dos recursos públicos e uma advocacia baseada em evidências, contribuindo para uma gestão das finanças públicas mais transparente e responsável em São Tomé e Príncipe”.

“Estivemos a falar das ferramentas, dos processos e da participação cívica que deve haver, e na realidade que não existe em relação ao modo como as coisas acontecem. Portanto, há um longo caminho por ser corrido, mas ele é possível e desejável”, concluiu Luisélio.

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