Marcha pela promoção da saúde e desporto em São Tomé e Príncipe

A atividade que aconteceu sob o lema “Minha Saúde, meu Direito! Desenvolvimento e Paz em cada passo”, começou no centro da cidade de São Tomé, com a bandeira da Paz erguida, tendo percorrido em todos os ministérios, a casa das Nações Unidas e à Assembleia Nacional.

País -
Odjay Ceita

O Ministério da Saúde e Direitos da Mulher e o Ministério da Juventude e Desporto, em parceria com a OMS e o Sistema das Nações Unidas, promoveram no sábado, 6 de abril, uma marcha matinal e feira de saúde e desporto em alusão ao Dia Internacional do Desporto para o Desenvolvimento e Paz e o Dia Mundial da Saúde, que se assinalou em 6 e 7 de abril, respetivamente.

A atividade que aconteceu sob o lema “Minha Saúde, meu Direito! Desenvolvimento e Paz em cada passo”, começou no centro da cidade de São Tomé e percorreu até a sede das Nações Unidas, em frente ao Estádio Nacional 12 de Julho.

“Todos nós temos direito aos cuidados e seguros de qualidade sem discriminação, direito a privacidade e confidencialidade da sua informação de saúde, direito as informações sobre o seu tratamento, direito à autonomia e integridade do nosso corpo e finalmente, direito de decidir sobre a sua própria saúde”, defendeu a representante da OMS, Françoise Bigirimana.

O representante das Nações Unidas em São Tomé e Príncipe, Eric Overvest considerou que esta marcha “simboliza a união e determinação coletiva” de forma a promover um mundo mais saudável e mais pacífico”.

Por outro lado, a ministra da Juventude e Desporto, Eurídice Medeiros apelou por mais prática do desporto para precaver os prejuízos para a saúde humana.

“Vamos continuar nessa onda de promoção de desporto, porque se nós investirmos mais no desporto, nós teremos menos custo para investir na saúde, teremos uma população mais saudável”, disse Medeiros.

A tutelar da pasta da Saúde e Direitos da Mulher, Ângela Costa destacou os avanços conseguidos pelo país na eliminação de algumas doenças, nomeadamente, o “HIV/SIDA, tuberculose, paludismo, e não só”.

“E assim podemos afirmar, minha saúde, meu direito, tudo faremos para que possamos concretizar esse direito, nós sabemos que os desafios são enormes, então nós comprometermos fazer de tudo, o investimento, desde a parte da capacidade do recurso humano para melhorar o seu atendimento ao público, a infraestrutura e o apoio ao diagnostico”, acrescentou a ministra da saúde.

Por sua vez, a Presidente da Assembleia Nacional sublinhou as ações em curso para a defesa dos direitos à saúde no arquipélago são-tomense.

“A Assembleia Nacional enquanto membro da aliança parlamentar para a segurança alimentar e nutricional, protocolou iniciativas de mobilização comunitária, visando o fortalecimento de esforços para a defesa dos direitos à saúde e promoção de mudanças positivas que visem o bem-estar das nossas populações”, precisou Celmira Sacramento.

Após a caminhada foi realizada uma feira de saúde e desporto, com demonstrações de diversas atividades físicas e prestação de serviços médicos rápidos e gratuitos.

A atividade contou com a participação da Presidente da Assembleia Nacional, vários membros do Governo, responsáveis das Agências das Nações Unidas em São Tomé, funcionários públicos, bem como a sociedade civil que se juntaram a esta marcha que teve o seu término a frente do Estádio Nacional 12 de julho, onde decorreu o ato central desta comemoração.

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