Francisco Costa Alegre lança novo livro poético com o título “Eu Vi” em alusão aos 50 anos da Independência Nacional

O escritor, investigador e ensaísta são-tomense Francisco Costa Alegre, lançou o seu novo livro poético em forma de prosa, com o título “Eu vi”, no qual descreve o seu percurso antes e depois da independência e apresenta o seu olhar sobre o país ao longo dos últimos 50 anos.

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A obra denominada pelo autor de uma “Celestial Prosódia” foi lançada na  quinta-feira, 3 de julho, no Arquivo Histórico de São Tomé e Príncipe, na presença de diversos amantes da literatura e não só.  

“Iniciei a minha carreira com poesia e ao celebrar os 50 anos da independência eu decidi fazer como comecei: escrevendo uma poesia e nessa poesia eu relato aspetos da minha vida antes e depois da independência e é uma poesia em forma de prosa que eu a chamo de Celestial Prosódia […]  É sim convidativa para que as pessoas possam ler porque ela está feita de forma académica para agentes da comunicação e também de muitos antigos agentes da comunicação”, afirmou Francisco Costa Alegre.

Francisco Costa Alegre tem 35 anos de carreira e mais de 17 obras publicadas em vários géneros literários como poesias, contos, romance e ensaios.

Segundo o escritor  Albertino Bragança  o lançamento desta obra de Francisco Costa Alegre “se perfila como um ato de ousadia e coragem, um autêntico desafio ao contexto de completa marginalização […] e de desprezo a que vem sendo voltado a cultura autóctone e os seus audaciosos intérpretes”.

O Presidente da República Carlos Vila Nova felicitou o autor e também incentivou à leitura da obra.

Hoje eu não poderia deixar de estar aqui, para fortalecer o autor em tudo quanto já fez, […] desejar-lhe as maiores felicidades e que ele continue a ser a pessoa que é, que merece e que todos percebamos a mensagem que Francisco Costa Alegre nos deixa através deste ato”

O Presidente da República disse esperar “que as pessoas que terão a ocasião de ler o livro gostem, tenham o poder crítico para construir” e que mais atos desses tenham lugar no país para “transmitir às novas gerações essa capacidade de perceber, interpretar e divulgar”. 

Esta obra de Francisco Costa Alegre vem reforçar o acervo literário santomense.

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