Eleições`26: Conselho Nacional da Juventude apela aos jovens para uma participação eleitoral responsável e pacífica 

O Conselho Nacional da Juventude acredita que a verdadeira força da juventude não está na divisão, mas na sua capacidade de construir pontes, promover diálogo e servir a Nação acima de qualquer interesse particular

Sociedade -
Rádio Somos Todos Primos

O presidente do Conselho Nacional da Juventude (CNJ), Leopoldo Vera Cruz, apelou hoje aos jovens para que sejam embaixadores da paz, da concórdia e da união nacional e reforçou a necessidade de uma participação eleitoral consciente, serena e responsável, baseada no respeito, na tolerância e no diálogo.

“O nosso país, São Tomé e Príncipe, atravessa mais um importante momento da sua vida democrática. As eleições representam uma oportunidade para cada cidadão exercer, de forma livre e consciente, o seu direito de participar na construção do futuro da nossa Nação”, disse Leopoldo.

Em ocasião, Leopoldo sublinhou que o país sempre foi reconhecido como uma terra de paz e convivência harmoniosa e respeito mútuo.

“Não permitamos que as diferenças políticas destruam os laços familiares, as amizades e os valores que sempre caracterizam o nosso povo. […] A disputa eleitoral deve limitar-se ao campo dos ideais, dos programas e das soluções para os problemas do povo, jamais ao incentivo do ódio ou da desunião. A política deve servir o povo e não para dividir famílias, amigos, comunidades ou gerações”, sublinhou.

O Conselho Nacional da Juventude acredita que a verdadeira força da juventude não está na divisão, mas na sua capacidade de construir pontes, promover diálogo e servir a Nação acima de qualquer interesse particular.

“Apelamos a cada jovem para que seja embaixador da paz, da concórdia e da união nacional. Que rejeite a desinformação, os discursos de ódio e qualquer ato que comprometa a estabilidade do país”, frisou, apelando que cada jovem participe de forma consciente, serena e responsável. 

“A democracia é fortalecida quando prevalecem o respeito, a tolerância e o diálogo. As diferenças de opiniões enriquecem qualquer sociedade democrática, mas nunca devem transformar-se em motivo de divisão, violência ou ódio”, concluiu.

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