Príncipe celebra 31 anos de autonomia com destaque para os avanços na região

A cerimónia incluiu ainda homenagens ao antigo Presidente Zeferino dos Prazeres, a antigos Secretários Regionais, antigos Presidentes da Assembleia Legislativa Regional e ex-deputados, além de um momento cultural.

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A Ilha do Príncipe celebrou, nesta quarta-feira, 31 anos de autonomia, numa cerimónia que serviu para destacar os avanços nas condições de vida e na projeção externa da ilha, bem como homenagear homens e mulheres que contribuíram para o desenvolvimento da Região.

O ato solene ficou marcado pelos discursos do Primeiro-Ministro e Chefe do Governo, Américo Ramos, que presidiu à cerimónia, do Presidente da Assembleia Legislativa Regional, Francisco Gula, e do Presidente do Governo Regional, Filipe Nascimento.

“Ao longo destas três décadas, o Príncipe transformou-se. Evoluímos nas condições de vida, nos serviços essenciais, na educação, na saúde e na projeção externa. Mais do que as obras, importam as mudanças de atitude. Deixámos de esperar para passar a construir”, afirmou Filipe Nascimento, numa publicação na página do Governo Regional.

O Chefe do Governo Regional aproveitou a ocasião para destacar os avanços da ilha, com ênfase na gestão e num modelo de governação “mais próximo do cidadão”.

“A Região Autónoma do Príncipe tem dado passos firmes, tornando-se um modelo de gestão em vários domínios. A autonomia não enfraqueceu o Estado; pelo contrário, fortaleceu-o. Deu-lhe raízes mais profundas nesta ilha e aproximou o poder público dos cidadãos, demonstrando uma governação orientada para um objetivo comum: uma Região Autónoma comprometida com a unidade”, afirmou o Primeiro-Ministro, Américo Ramos.

A cerimónia incluiu ainda homenagens ao antigo Presidente Zeferino dos Prazeres, a antigos Secretários Regionais, antigos Presidentes da Assembleia Legislativa Regional e ex-deputados, além de um momento cultural.

“Celebramos uma conquista coletiva que afirma a maturidade de um povo e a sua capacidade de assumir responsabilidades sobre o seu destino. É justo homenagear todos os que tornaram este caminho possível homens e mulheres que acreditaram que o Príncipe devia ter voz própria, dignidade institucional e um papel ativo no desenvolvimento do país”, declarou Filipe Nascimento.

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